
Já começaram as conversas dos comentadores de TV e Rádio e dos não-comentadores sobre a possibilidade de o nosso Estádio passar a ter um piso sintético para a prática do futebol. Esta hipótese nasce da verificação de que o actual piso de relva natural não se tem portado “bem” para com as exigências do acto desportivo. E a sua substituição regular é dispendiosa. Então qual a solução? Fazer obras no estadio para que a relva natural “respire” melhor ou colocação de um piso sintético?
Não estamos, naturalmente, com opinião técnica disponível, mas temos a convicção que este processo vai ter que ser muito bem tratado, quer em termos das opções técnicas, quer ainda com a explicação à massa associativa das razões que levaram a uma tomada de decisão. Como estamos interessados em todo o processo de resolução de problemas, estamos assim atentos às notícias que vão sendo publicadas sobre a matéria. Neste mês de Janeiro a revista Quero Saber publica um pequeno texto sobre a matéria (relva sintética) onde dá conta da evolução tecnológica do processo de fabrico de piso sintético e de onde se pode ler: “Um relvado sintético é feito de folhas quadradas de plástico sobre uma superfície de areia firme. Às folhas estão presas a fibras de nylon fortes e flexíveis, que regressam à posição natural depois de serem pisadas. Deste modo a relva não se deteriora com uso excessivo – os relvados sintéticos chegam a durar dez anos. As fibras também criam um ressalto realista semelhante ao da relva natural, e oferecem o atrito necessário aos atletas durante a corrida.”
Comentários
Subscreva o RSS dos comentários